De que serviriam as doenças se não fossem para refletir sobre a vida? A bondade suprema do Pai Todo Poderoso não criaria dores desnecessárias. Elas deveriam ser vistas como um puxão de orelha para se observar o que se fez de errado, o que não se está fazendo, o que precisa fazer.

 

O ser humano ainda se revolta quando adoece ao invés de olhar para a alma e perceber qual é o passo certo a dar para seguir o caminho. Uma pessoa doente pode aproveitar para, a partir dali, tomar outro rumo na vida. Se ela se apresenta no final do cumprimento de seu compromisso, ajuda na realização do que ainda faltava.

 

(18 de julho de 2008)