Em época de eleições, é inevitável falar sobre política. Ao conversar com uma de minhas irmãs, lembramos da lição que nos foi passada há quase dois anos. Na época, andávamos aflitas com o noticiário sobre a corrupção no Brasil e até em outros países. Então, veio a nova mensagem. A espiritualidade decidiu mudar algumas coisas em relação aos políticos.
Desde aquele tempo, o compromisso de ser líder não estaria mais atrelado à condição do exercício de cargo político. Isto quer dizer, que quem nasceu de lá para cá já se enquadra nesta nova regra. Concluo, portanto, que as gerações futuras perceberão a alteração.
Explico melhor a história. Há milênios, os cargos políticos ajudaram grandes líderes a realizar feitos em prol da humanidade. Pessoas cujas ações e palavras exerceram influência sobre o pensamento e comportamento de outras. Elas pacificaram ou melhoraram as condições de vida.
Líder para a espiritualidade é aquele que tem por missão redirecionar um grande número de pessoas e, com isso, promove mudanças significativas para a humanidade. Então, em qualquer profissão a pessoa pode levar adiante sua missão.
O irmão espiritual comentou que o sistema político está permeado por pessoas acostumadas a atos ilícitos, que acabam envolvendo as que não estão na política para cometer irregularidades. Diante do poder, os seres humanos ficam mais vulneráveis a cometer erros. Os políticos que se perderam em seus caminhos terão de responder pelo que fizeram. Aqueles que escolheram situações em seu próprio benefício são responsáveis por seus atos. Algumas coisas, as leis e a justiça dos homens poderão corrigir. Outras ficarão entre cada ser e Deus. Diante do Pai, todos têm o momento de avaliar o que de fato fez de certo ou de errado para combinar os acertos.
(6 de outubro de 2008)

No comments yet
Feed de comentários deste artigo