Achar que na imensidão do universo o único lugar povoado seja o planeta Terra é muita pretensão do ser humano. Uma das questões mais antigas de muitas pessoas é: estamos sozinhos ou não? A mim, parece óbvio que não.
O tema surgiu por causa do noticiário recente. Hoje, o programa espacial indiano, lançou à Lua seu primeiro foguete não tripulado para realizar investigações a respeito de água, minerais e substâncias químicas. Esta semana, o governo britânico abriu os arquivos sobre objetos voadores não-identificados (OVNIs), com vídeos, cartas e registros de navegação de aeronaves comerciais e militares, reportando sobre o desconhecido. Técnicos dizem que os documentos não são suficientes para comprovar a existência de extraterrestres, mas também não a negam.
Desde a corrida espacial travada entre norte-americanos e soviéticos e coroada pela pisada do homem na Lua em 1969, muitas naves espaciais partiram da Terra. Hoje, é possível tomar um ônibus para fazer turismo na Lua. Não sei o número de astronautas em atividade no mundo e mais os que viajaram. Um brasileiro já saiu de nosso planeta. Penso que da mesma maneira que os humanos buscam conhecer outros lugares, os seres de outros planetas também queiram conhecer a Terra.
A curiosidade sobre o assunto levou a pergunta até a espiritualidade que veio com a resposta. Todos têm saudades. Os que deixaram seus planetas de origem e vieram aprender aqui na Terra e os que estão aqui em relação a seus queridos que ficaram longe, por isso, a vontade de visitar uns aos outros. Todos os espaços são habitados, inclusive os chamados buracos negros.
As formas de vida são muito diferentes. É preciso estar atento. Será que nosso preconceito permite ver toda a grandeza da criação do Pai Todo Poderoso? Conseguimos identificar como sendo um ser existente, por exemplo, uma energia – minúscula se comparada ao nosso corpo?
Enfim, como a ciência precisa de provas, só resta esperar. Com tantos objetos e seres indo e vindo, a confirmação certamente virá. Por ora, cada um tire suas próprias conclusões.
(22 de outubro de 2008)

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