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De que serviriam as doenças se não fossem para refletir sobre a vida? A bondade suprema do Pai Todo Poderoso não criaria dores desnecessárias. Elas deveriam ser vistas como um puxão de orelha para se observar o que se fez de errado, o que não se está fazendo, o que precisa fazer.
O ser humano ainda se revolta quando adoece ao invés de olhar para a alma e perceber qual é o passo certo a dar para seguir o caminho. Uma pessoa doente pode aproveitar para, a partir dali, tomar outro rumo na vida. Se ela se apresenta no final do cumprimento de seu compromisso, ajuda na realização do que ainda faltava.
(18 de julho de 2008)
Usamos uma linguagem figurada para falar sobre a centelha de Deus para facilitar a compreensão. Como culturalmente o coração é o órgão onde reside o amor, citá-lo amplia o entendimento. Na verdade, trata-se de uma das ligações que temos com o Pai Todo Poderoso.
Nossas ligações com Deus localizam-se na parte de trás de nosso cérebro, próximas à nuca. É ali que se concentram as entradas e saídas de energias do ser humano.
(26 de agosto de 2008)
A cura nada mais é do que o restabelecimento da conexão específica com Deus. Por exemplo, uma pessoa que sofre um acidente e fica com as pernas imobilizadas, ela desativou justamente a ligação com Deus que permite que as pernas se movam.
Para introduzir este ensinamento, a leitura do trecho da Bíblia falava sobre Paulo, que em sua passagem pela Grécia, curou um jovem que sofreu uma queda. Assim como Jesus curava, todos têm a possibilidade de exercer o dom da cura. É preciso ter fé absoluta em Deus.
O que acontece com as curas espirituais é que muitas vezes a respectiva ligação é restabelecida, mas o ser acha melhor continuar com aquele problema. É o livre-arbítrio. Também é do livre-arbítrio a pessoa ter assumido como compromisso alguma doença, neste caso, não é permitido fazer a cura.
Então, todas as doenças são psicológicas? Sim. E somos nós mesmos que podemos curá-las, modificando pensamentos e atitudes. Remédios, tratamentos ou procedimentos médicos e terapêuticos, quando necessários, fazem parte do processo.
(26 de agosto de 2008)
A depressão, doença que há poucos anos foi considerada como o mal do terceiro milênio, poderá deixar este patamar. Uma aula mais recente foi ministrada por um irmão que está, justamente, cuidando desta questão. Ele parece estar estudando caminhos que contribuirão para a cura da depressão.
Ele deu uma receita prática para combater a depressão. É preciso lembrar o que se sabe fazer de bom. Cada um tem algo que faz bem. Há pessoas que dão um bom dia tão bem que podem mudar o humor do outro.
O exemplo foi do próprio aparelho pelo qual ele falava. A pessoa estava triste por não ter dito algo a um colega de trabalho. Os seres humanos não conseguem fazer tudo. Esta irmã tem o dom da cura e ela precisa lembrar disso.
(17 de setembro de 2008)
Câncer é mágoa. Não se deve guardar no corpo este sentimento. A doença só tem cura quando o paciente perdoa de coração. Meditando com toda a atenção, todos conseguem saber a quem se credita o tumor. Então, basta pedir perdão.
O perdão não precisa ser pedido ao vivo e em cores. Peça perdão com pensamentos e mude seus sentimentos e atitudes para que a energia chegue à outra pessoa. É simples. Comece a treinar perdoando pequenas coisas. Aliás, exercitar o perdão evita ter câncer.
(30 de setembro de 2008)

